É POSSÍVEL SE PREVENIR DOS SINTOMAS DA MENOPAUSA

ENDOCRINOLOGIA

11 de abril de 2014

ENDOCRINOLOGIA – NEUROENDOCRINOLOGIA: DIABETES MELLITUS TIPO 1, CRESCIMENTO E HGH – HORMÔNIO DE CRESCIMENTO, SOMATOTROFINA, TIREOIDE, DISFUNÇÃO METABÓLICA GRAVE;


CASO VERDADEIRO, MODIFICAÇÃO DO NOME E ALGUMAS REFERÊNCIAS MENORES. SOU MÃE DE UM MENINO DE 9 ANOS COM DIABETES E PROBLEMAS DE CRESCIMENTO, QUADRO CLINICO RELEVANTE, RESPOSTA DE EMAIL.


Prezada Sra. Suelene Siqueira: O diabetes mellitus tipo 1, é muito sensível em se desregular nesta fase do inicio sequencial da puberdade, a Senhora tem razão em associar estes fatores descritos com relação ao seu filho; existe a necessidade de entender o mecanismo desses fatores que lhe preocupam, e além desses existem outros fatores que estão implicados tanto no diabetes, crescimento, e hipotireoidismo subclínico  A insulina tem a função de alimentar as células com substâncias energéticas, que é a glicose ao nível do fígado transformando em glicogênio e gordura de reserva; Moléculas de gordura são uma grande fonte de energia para o corpo. Como se sabe a gordura não se mistura com a água, portanto o primeiro passo para a digestão de gorduras é transformação da mesma em produtos que possam ser misturados com a água (hidrossolúveis). Os ácidos biliares produzidos pelo fígado atuam diretamente sobre as gorduras como detergentes permitindo a ação das enzimas sobre as gorduras transformando-as em moléculas menores de ácidos graxos e colesterol. Os ácidos biliares combinados com os ácidos graxos e colesterol permitem a passagem das moléculas pequenas através das células do intestino. As moléculas pequenas depois transformam-se novamente em moléculas maiores e são transportadas através de vasos linfáticos do abdômen até o tórax onde então são despejadas na circulação sanguínea para serem armazenadas nas diferentes partes do corpo. O fígado é o maior produtor de IGF 1 e a função do IGF-1 que é uma proteína de crescimento que atua regulando o crescimento das células musculares em conjunto com a miostatina. O crescimento muscular é estimulado pelo fator IGF-1 e limitado pela miostatina, pode parecer um efeito paradoxal, mas é um efeito modulador. A partir desses conhecimentos é possível modular o crescimento muscular por meio de vários procedimentos. A insulina é o responsável pelo transporte energético da bio transformação da gordura em glicose para ser usado dentro do ciclo de KREBS, intracelular formando o ATP (trifosfato de adenosina), que ao se quebrar será reciclado em AMP - cíclico (monofosfato de adenosina) e ADP (difosfato de adenosina), liberando energia vital, em outras palavras é o substrato da vida. A primeira conclusão é que se não existir transporte energético para dentro das organelas intra-celulares, poderá ter um sofrimento metabólico e orgânico devido à falta de glicose para o ciclo de KREBS; isto promoverá um aumento de carboidratos, (glicose) maior de 100 mg/100 ml ocorrendo o diabetes mellitus tipo 1, que é dominante geneticamente e insulino dependente.
O HGH – hormônio de crescimento ou somatotrofina que necessita de substâncias energéticas para poder multiplicar dentro do organismo o volume de células, vai procurar principalmente dentro do fígado suas necessidades elementares, mas por estar ligado com substâncias moduladoras, por feedback negativo, em caso de disfunção do IGF – 1 aumentará a quantidade de somatomedina C ou IGF em suas diversas formas, além disto, embora o balanço destes peptídio estimulantes e inibidores determinam a emissão do GH, este mesmo balanço é por outro lado afetado por muitos outros fatores. Dentre os estimulantes da liberação do GH pode-se citar o sono, o exercício físico, a hipoglicemia as proteínas consumidas na dieta e o estradiol. Os inibidores da liberação do GH incluem os carboidratos consumidos na dieta assim como o diabetes mellitus, principalmente o tipo 1 e os glicocorticoides . Os efeitos do hormônio do crescimento nos tecidos do organismo podem ser geralmente descritos como anabólicos (efeito construtivo). Da mesma forma que a proteína de outros hormônios, o GH age por meio da interação com um receptor específico encontrado na superfície das células. O ganho de altura conseguido durante a infância é o melhor efeito conhecido da ação do GH e parece ser estimulado por no mínimo dois mecanismos: 1. O GH estimula diretamente na divisão e multiplicação dos condrócitos da cartilagem. Estas são as células primárias encontradas nas extremidades dos ossos longos das crianças (braços, pernas, dedos). 2. O GH também estimula a produção do Fator do Crescimento do Tipo Insulina 1 (IGF-1 também conhecido como somatomedina C), um hormônio homólogo à proinsulina . O fígado é o alvo principal do GH neste processo e é o principal local de produção de IGF-1. O IGF-1 estimula o crescimento em inúmeros tecidos, e é gerado nesses tecidos-alvo, o que faz dele tanto um hormônio endócrino quanto um hormônio autócrina / parácrina.
Embora o ganho de altura seja o melhor efeito conhecido do GH, o hormônio também assistem muitas outras funções metabólicas. O GH aumenta a retenção de cálcio e aumenta a mineralização dos ossos; aumenta a massa muscular; induz a síntese de proteínas e o crescimento de vários órgãos do corpo . O hormônio também estimula o sistema imunológico e tem um papel na homeostase de energia do organismo: ele reduz o consumo de glicose por parte do fígado, que é um efeito oposto ao da insulina. Também contribui para a manutenção e funcionamento das ilhotas pancreáticas; tende a promover lipólise, que resulta em alguma redução do tecido adiposo (gordura corporal) e no aumento de ácido graxos livres e glicerol na corrente sanguínea. Ele também promove a queima de gordura ao mover gordura armazenada para a corrente sanguínea para ser utilizada como energia. Por conta desse efeito mobilizador de gordura, o GH reduz a quantidade de glicose e proteínas usada como combustível. Então, altos níveis de GH protegem a perda de massa magra e resultam em alguma redução do tecido adiposo, Além disto é importante que a Sra compreenda a função tireoidiana que é o maestro da distribuição de praticamente todos os hormônios e metabolismos orgânicos, e estando o mesmo comprometido em qualquer intensidade, promoverá um desajuste em toda a economia orgânica. 

Cordialmente,
Dr.João Santos Caio Jr.

AUTORES 
Dr. João Santos Caio Jr. 
Endocrinologia – Neuroendocrinologista
CRM 20611

Dra. Henriqueta V. Caio 
Endocrinologista – Medicina Interna
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Como Saber Mais:
1. O controle do crescimento em pacientes com deficiência e compatível com diabetes tipo 1, concomitantemente...
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2. É necessário o controle da função tireoidiana, em casos de pacientes com deficiência de hormônio de crescimento e diabetes mellitus ...
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3. A proteína é a responsável pela formação de novos tecidos e permite o crescimento...
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Referências Bibliográficas:
PROF.DR.JOÃO SANTOS CAIO JR ET DRA HENRIQUETA V. CAIO, 25 JULHO 2011, São Paulo - Brasil.











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1 de julho de 2011

ENDOCRINOLOGIA – NEUROENDOCRINOLOGIA – NUTRIÇÃO: DÉFICIT DE ESTATURA PODE SER DE CAUSA NUTRICIONAL.


NO CRESCIMENTO INFANTO, JUVENIL, ADOLESCENTE AO CONSIDERARMOS O ESTILO DE VIDA, TEMOS QUE CONSIDERAR OS HÁBITOS ALIMENTARES NUTRICIONAIS.


O crescimento pode ser definido como sendo o aumento linear dos seguimentos corporal. A fase de ganho acelerado de crescimento se encontra no primeiro ano de vida e na fase inicial da puberdade. A informação genética orienta a estatura final de cada indivíduo. O crescimento é influenciado por diversos fatores, dentre eles a hereditariedade, fatores nutricionais, ambientais (questões afetivas, familiares, psicológicas, socioeconômicas e glandulares) que são como agravos quando comprometem o crescimento. O crescimento não é linear e constante durante os doze meses do ano, acontecendo em "surtos", durante alguns meses e depois dando pausas. Em nosso meio, os agravos nutricionais que pode ser tanto quantitativo (quantidade insuficiente) e/ou qualitativos (sem qualidade). Estão presentes na maior parte dos casos de déficit do crescimento. A proteína é a responsável pela formação de novos tecidos e permite o crescimento adequado, porém as vitaminas e os minerais colaboram para um crescimento adequado, sendo elas o cálcio, ferro, vitaminas A e COs erros alimentares podem ser desencadeados por fatores culturais, sociais ou religiosos. O acompanhamento sistemático do crescimento permite a identificação de situações de risco, ou o diagnóstico de condição desfavorável, não apenas no que se refere à estatura, mas também para o diagnostico da condição de saúde, sendo de vital importância a realização da avaliação antropométrica (peso, altura e circunferências), realizada com equipamento adequado durante a consulta. Define-se como baixa estatura aquela medida menor do que a média esperada para a idade e o sexo. É importante um acompanhamento de um profissional capacitado para avaliar constantemente o crescimento identificando uma possível diminuição ou parada do ganho de estatura. Se acaso ocorrer a parada de crescimento pode estar associada a alguma condição orgânica (infecção, intolerância alimentar, déficit de absorção ou agravos psicológicos). O período que antecede o estirão ocorre o ganho ponderal designado fase de repleção. Sabe-se que o menor ou o não ganho ponderal nesta fase irá prejudicar a aceleração da velocidade de crescimento característico da puberdadeCuriosamente, é nesta fase que as queixas alimentares tornam-se mais freqüentes. Relato de seletividade, anorexia, falta de horário, monotonia alimentar pode vir a produzir algumas carências alimentares especificas como a anemia, deficiência de zinco, e de vitaminas que podem comprometer o crescimento.

ALIMENTOS FONTES
Cálcio
Laticínios (leite e derivados, como iogurte e queijo), verduras verde escuras (com exceção do espinafre, devido ao alto teor de ácido oxálico).
Ferro
Carnes, vegetais verdes, beterraba e feijões.
Vitamina A
Fígado, Manteiga, Leite, Gema, Sardinha, Abacate.
Vitamina C
Acerola, laranja, limão, morangos, kiwi, brócolis.
Zinco
Carnes vermelhas, aves, alguns pescados, mariscos, favas e nozes.

AUTORES PROSPECTIVOS
Dr. João Santos Caio Jr. 
Endocrinologia – Neuroendocrinologista
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Dra. Henriqueta V. Caio 
Endocrinologista – Medicina Interna
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Como Saber Mais:
1. Quando é a fase de ganho acelerado de crescimento...
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2. Qual a alimentação correta para esta fase de crescimento...
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3. A proteína é a responsável pela formação de novos tecidos e permite o crescimento...
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Referências Bibliográficas:
JACOBSON, Marc S., EISENSTEIN, Evelyn and COELHO, Simone C. Nutritional aspects in adolescence. Adolesc. Latinoam., July/Sept. 1998, vol.1, no.2, p.75-83. ISSN 1414-7130.












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28 de junho de 2011

ENDOCRINOLOGIA – NEUROENDOCRINOLOGIA: O HORMONIO DE CRESCIMENTO HGH (SOMATOTROFINA – STH), NÃO É RESPONSAVEL SOMENTE POR CRESCIMENTO ESTATURAL NA CRIANÇA, JUVENIL OU ADOLESCENTE,

MAS TEM GRANDE IMPORTÂNCIA NO AMADURECIMENTO DE OUTROS SISTEMAS ORGÂNICOS COMO O SISTEMA NERVOSO CENTRAL, POIS ESSES FATORES ASSOCIADOS A OUTROS HORMÔNIOS IMPORTANTES LEVAM AO EQUILÍBRIO ORGÂNICO NESTA FASE IMPORTANTE DO DESENVOLVIMENTO SAUDÁVEL DA CRIANÇA, JUVENIS OU ADOLESCENTES.

Frequentemente como pais somos alertados na escola em que nossos filhos frequentam, que os mesmos são rebeldes, não prestam atenção nas aulas, entretanto como aprendizado chega com boas notas da escola em que frequentam apesar de suas peraltices. Outra situação muito frequente trazidas aos pais é observados pelos mesmos que seus filhos são bons alunos, acima da média dos coleguinhas de turma, e é claro que como pais ficamos orgulhosos de termos filhos tão diferenciados. Alguns chegam a perceber a abstração nos dizeres de seus filhos, isto é, interpreta uma analogia figurada, processo que só ocorre após os 11 anos aproximadamente; a primeira coisa que os pais pensam e seus professores apoiam  é que eventualmente possam ter filhos superdotados em sua prole, chegando mesmo a procurar escolas especializadas e mais avançadas para pessoas com dotes adiantados. Infelizmente, nossos professores e psicopedagogos poderão esta cometendo um erro grave de interpretação, que causará muitos transtornos para a criança, juvenil ou adolescente, e um problema grave para os próprios pais, independente da decepção que acompanham frequentemente estas ilações. Não é necessário dizer que esses fatos estão ligados a falta de preparo do corpo docente da escola que nossos filhos frequentam, pois a primeira coisa que deveriam aventar é a possibilidade de estar ocorrendo algo de irregular com seus filhos ligados a saúde
É até bastante frequente, crianças, juvenis e adolescentes, apresentarem na fase de desenvolvimento, puberdade precoce sem o aparecimento de características muito claras em determinados momentos de suas vidas, ou mesmo uma defasagem da idade cronológica em se comparando com a idade óssea, promovendo um amadurecimento antecipado do sistema nervoso central por desequilíbrio dos hormônios sexuais, principalmente o estrógeno, mesmo nos meninos, e não ocorrem características secundárias nestes últimos, concomitantemente, e de um possível gênio na família terá um possível futura criança, juvenil ou adolescente com baixa estatura dentro de parâmetros convencionais intelectuais. 
É possível que o inverso também seja verdadeiro em se considerando idade óssea com defasagem para menos, e certa infantilidade temporária da criança. O mais adequado é sempre ter em mente que exceções são raridades e o mais adequado é procurar ajuda profissional com endocrinologista ou neurologista ou neuroendocrinologista, profissionais mais habilitados para uma avaliação adequada e menos ufanista.


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Como Saber Mais:
1.O hormônio de crescimento – HGH interfere no amadurecimento do sistema nervoso central?
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2.Quando seu filho esta desatento na sala de aula, significa apenas que não é bom aluno? 
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3.A obesidade infantil interfere no crescimento infanto juvenil? 
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Referências Bibliográficas:
Prof.Dr. João Santos Caio Jr, endocrinologista,neuroendocrinologista, Dra Henriqueta Verlangieri Caio, endocrinologista,medicina interna-Van Der Häägen Brazil – São Paulo –Brasil, Joan C. Han , MD; Ligeia Damaso , MSN, ARNP; Susan Welch , MSN, ARNP; Prabhakaran Balagopal , PhD; Jobayer Hossain , PhD; Mauras Nelly , MD.  Parte inferior do formulário Recebido 16 março de 2010 , recebido na forma revisada 22 de julho de 2010 , aceito 03 setembro de 2010. publicados on-line 21 de outubro de 2010.











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15 de abril de 2011

ENDOCRINOLOGIA – NEUROENDOCRINOLOGIA: NUTRIÇÃO EFEITO DA FÓRMULA INFANTIL ENRIQUECIDO COM BAIXO TEOR DE PROTEÍNA SOBRE O CRESCIMENTO NEO-NATAL, INFANTIL, JUVENIL.

As fórmulas para recém nascidos geralmente contêm altos níveis de proteína, a fim de fornecer quantidades suficientes de aminoácidos essenciais. Esta concentração de proteínas é menor quando comparado com o leite humano. Foi feito um estudo com recém nascidos de 5 a 14 dias de idade onde reduziram a proteína total encontrada nas fórmulas infantis e enriqueceram com uma proteína que é encontrada no leite humanoOs recém nascidos quando alimentados com a fórmula que continham níveis de proteínas semelhantes aos encontrados no leite materno crescem a um ritmo semelhante quando alimentados com o leite materno. As fórmulas infantis garantem não só o crescimento, mas também o ganho de peso adequado para a idade. É importante destacar que estas fórmulas infantis não garantem a imunidade que o leite materno fornece. A criança quando amamentada exclusivamente no seio tem fonte completa de nutrientes protegendo contra infecções desde os primeiros dias de vida. 
O leite materno é fundamental para a saúde das crianças nos seis primeiros meses de vida, por ser um alimento completo.Estes aspectos iram influenciar durante praticamente a vida toda da criança, seja na fase neo natal, bem como na fase infantil, juvenil, comprometendo se não for feito de forma adequada ficará comprometida até a fase da adolescência e adulta, seja na estatura através do crescimento potencial genético ou aumento com possíveis desencadeamento de obesidade ou sobrepeso na vida sequente. Outro detalhe está ligado a resistência imunológica do neo natal de forma diminuída. 

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COMO SABER MAIS:
1. As fórmulas infantis podem ser substituídas pela amamentação?
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2. O aleitamento materno protege o bebe contra doenças crônicas?
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3.As fórmulas infantis garantem o crescimento do bebê? 
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Referências Bibliográficas: Trabulsi, J.; Capeding, R.; Lebumfacil,J. et al. Effect of an α-lactalbumin-enriched infant formula with lower protein on growth. European Journal of Clinical Nutrition (2011) 65, 167–174; doi:10.1038/ejcn.2010.236; published online 10 November 2010.











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ENDOCRINOLOGIA – NEUROENDOCRINOLOGIA: NUTRIÇÃO EFEITO DA FÓRMULA INFANTIL ENRIQUECIDO COM BAIXO TEOR DE PROTEÍNA SOBRE O CRESCIMENTO NEO-NATAL, INFANTIL, JUVENIL.

Crianças cujas mães possuem nível superior consomem duas ou mais porções de legumes ao dia contra menos de uma porção quando comparadas as crianças de mães sem ensino médio. Da mesma forma, as crianças amamentadas exclusivamente no peito por 4 meses ou mais tem mais chances de consumir duas ou mais porções de legumes por dia em comparação com as crianças que foram alimentadas com fórmulas infantis e /ou parcialmente amamentadas (sem aleitamento materno exclusivo).É importante que as mães amamentem seus filhos por três ou mais meses, pois a amamentação exclusiva é um fator preditivo de maior consumo de verduras em crianças pré-escolares. A amamentação é a melhor maneira de proporcionar o alimento ideal para o crescimento neo natal e infantil saudável do recém-nascido. O leite materno fornece toda a energia e os nutrientes para os primeiros meses de vida, promovendo o desenvolvimento saudável, crescimento e evitar a obesidade infantil e protegendo contra as doenças crônicas e infecciosas. A Organização Mundial de Saúde recomenda, para a população em geral, que os bebês recebam exclusivamente leite materno durante os primeiros seis meses de idade.

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Como Saber Mais:
1.Amamentação exclusiva é um fator preditivo para o consumo de verduras em crianças escolares?
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2. O aleitamento materno protege o bebe contra doenças crônicas?
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3.O consumo de verduras favorece a perda de peso ? 

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Referências Bibliográficas:
Burnier D.; Dubois L.; Girard M.,Exclusive breastfeeding duration and later intake of vegetables in preschool children. European Journal of Clinical Nutrition (2011) 65, 196–202; doi:10.1038/ejcn.2010.238; published online 27 October 2010.










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22 de dezembro de 2010

ENDOCRINOLOGIA – NEUROENDOCRINOLOGIA: O COMPORTAMENTO ORGÂNICO DE PACIENTES QUE NA INFÂNCIA APRESENTAVAM DEFICIÊNCIA DE HORMÔNIO DE CRESCIMENTO (HGH),SOMATOTROFINA,


FIZERAM ESTA REPOSIÇÃO HORMONAL E AS CONSEQUÊNCIAS DE SE INTERROMPER AINDA NA INFÂNCIA OU NA TRANSIÇÃO PARA ADULTO A REPOSIÇÃO DE HGH- HORMONIO DE CRESCIMENTO, SOMATOTROFINA, O HGH- HORMONIO DE CRESCIMENTO COM O ADVENTO DA ENGª GENÉTICA CONFIGURANDO O DNA POR DNA RECOMBINANTE,ELIMINANDO O HORMONIO DE CRESCIMENTO HGH EXTRAIDO DE HUMANOS (HIPOFESE), QUE ATÉ O FINAL DA DÉCADA DE 80, LIMITAVA MUITO TODOS OS BENFICIOS QUE HOJE NÓS MÉDICOS ENDOCRINOLOGISTAS PODEMOS PROPICIAR AOS NOSSOS PACIENTES.


Observamos que, pessoas que apresentavam deficiência de hormônio de crescimento (HGH) no início da infância e faziam reposição de hormônio do crescimento (HGH), muitas quando chegavam a estatura esperada interrompiam o tratamento. No entanto, muitos pacientes continuavam com a reposição do hormônio de crescimento (HGH) porque mesmo já tendo passado a fase de crescimento, ainda apresentavam deficiência de hormônio de crescimento (HGH) e esta reposição os beneficiava quanto a melhorar a qualidade de vida, a melhorar a composição corporal, a melhorar a densidade mineral óssea, evitando desta forma a osteoporose precoce e os riscos cardiovasculares, todos eles associados à deficiência de HGH hormônio de crescimentoJá, os pacientes que interromperam a reposição de hormônio de crescimento, mas ainda apresentavam a deficiência de HGH,hormônio de crescimento, poderiam reiniciar o tratamento após novas avaliações clínico-laboratoriais-instrumentais, mas os pacientes que não se dispunham a isto, deveriam ser submetidos à observação constante e a longo prazo para evitar possíveis complicações adversas, tais como, redução da densidade mineral óssea, aumento do LDL-colesterol (mal-colesterol), diminuição do HDL-colesterol (bom-colesterol), aumento dos triglicérides e do risco de doenças cardiovasculares mas existem outros fatores práticos que são de extrema significância,principalmente durante a fase infanto juvenil, onde os coleguinhas são de uma honestidade perversa, ou seja o anglicismo passou a denominar esta situação de bullying, ou discriminação ou agressão discriminatória , que pode causar problemas graves para a criança ou juvenil, de ordem psicogênica , atitudes anti sociais, depressão e existe descrito na literatura até casos de suicídio, por serem baixinhos ou obesos. Nós como pais podemos minorar este problema extremamente grave.


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Como Saber Mais:
1.Quando a pessoa faz reposição de hormônio de crescimento na infância por deficiência deste, é importante continuar com a reposição até chegar a idade adulta? 
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2.A reposição do hormônio de crescimento (HGH)ajuda a melhorar o HDL-colesterol (bom-colesterol)?
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3.Para uma melhor qualidade de vida é bom fazer reposição de hormônio de crescimento (HGH), quando se tem deficiência deste? http://deficienciahormonal.blogspot.com

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Referências Bibliográficas:
R Rapaport , Cook DM .
Divisão de Endocrinologia Pediátrica e Diabetes, Mount Sinai School of Medicine, Nova Iorque, Nova Iorque. International Journal of Obesity publicação em linha avançada 24 de novembro de 2009, doi: 10.1038/ijo.2009.241
C E Collins, Jane Watson T e Burrows
Faculdade de Ciências da Saúde, Faculdade de Saúde, da Universidade de Newcastle, Newcastle, New South Wales, Austrália 
Chihara K , Y Kato , H Kohno , K Takano , T Tanaka , Teramoto A , A Shimatsu.










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21 de novembro de 2010

ENDOCRINOLOGIA - NEUROENDOCRINOLOGIA: CONTROLADO O CRESCIMENTO, QUERO CRESCER, CRESCER SIM, CRESCER MAIS, CRIANÇA JUVENIL, INFANTO JUVENIL;




CRIANÇAS QUE SOFREM RETARDO DE CRESCIMENTO POR PROCESSO QUE INTERVENHA NA DIVISÃO DAS CÉLULAS AINDA INTRA ÚTERO, NO PERÍODO FETAL PRECOCE, NÃO APRESENTAM MAIS RECUPERAÇÃO DO CRESCIMENTO NO PERÍODO PÓS NATAL, ISTO É, O POTENCIAL DE CRESCIMENTO É PERDIDO.


Quando do começo da formação do feto, a primeira ocorrência no organismo de quem esta sendo formado é a divisão ou multiplicação das células para a formação do futuro individuo, existem situações que podem comprometer esta divisão no período do feto de forma muito precoce. Estes processos não permitem que os fetos se recuperem mais das deficiências de crescimento no período após nascimento. Entretanto quando ocorre um atraso de crescimento durante o terceiro trimestre intra - útero (do feto), época em que ocorre um aumento do tamanho das células, superior a multiplicação do número destas e diferenciação (especificação) destas células, é freqüente a ocorrência de um crescimento na tentativa do próprio organismo de compensar o crescimento não ocorrido e nestas condições pode fazer com que o crescimento que o feto iria ter, ser atingido.
Isto caracteriza uma criança PIG, isto é, pequeno para a idade gestacional, e isto leva as crianças no pós natal a recuperarem nos seis primeiros meses de nascimento uma grande parte de seu crescimento, entretanto, geralmente não ocorre o máximo que geneticamente estariam programados, mas é possível com tratamento adequado e precocemente, recuperarem os problemas sofridos, mas somente a partir do inicio do tratamento pois crescimento não se recupera.
Durante um período do feto principalmente no inicio, os fetos são menos dependentes do HGH e hormônios Tireoidianos, entretanto outros hormônios como o IGF-1 (fator de crescimento da insulina), condicionados a nutrição adequada e secreção de Insulina pelo feto e IGF-2, elevação de testosterona, estradiol, diidroepiandrosterona, na segunda metade da gestação desempenham um papel muito importante no crescimento fetal, mas não vale a pena esquecer que tanto o Hormônio tireoidiano e por conseguinte o HGH - hormônio de crescimento, em deficiência, pode levar ao aborto espontâneo, observado frequentemente na clinica prática. Portanto a gravidez é uma situação importantíssima para o feto e para a mulher e esta não deve se esquecer do acompanhamento médico pré - natal.



Dr. João Santos Caio Jr.
Endocrinologista – Neuroendocrinologia
 CRM. 20611


Dra. Henriqueta V. Caio
Endocrinologista – Medicina Interna
CRM. 28930

SAIBA MAIS:
1. A Tireode e o HGH – hormônio de crescimento tem importância na gestação ?
http:// tireoidecontrolada.blogspot.com/


2. A criança intra útero sofre posteriomente também com a alimentação nutricional da mãe, e deficiência de outro hormônios?
http://querocrescer2.blogspot.com


3. O que fazer com a obesidade intra abdominal ?
http://gorduraabdominal.blogspot.com/ 
 


Referências Bibliograficas:
Kato Y, Shimazu A et All,
Willians GR, Robson H,
Shaltet SMMaor G,
Hochberg Z et All,
A K Anderson1, D M McDougald1 and M Steiner-Asiedu2´-1Department of Foods and Nutrition, University of Georgia, Athens, GA, USA2Department of Nutrition and Food Science, University of Ghana, Legon, Accra, GhanaCorrespondence: Dr AK Anderson, Department of Foods and Nutrition, University of Georgia, 280 Dawson Hall, Athens, GA, 30602, USA.










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